No dia 20 de Setembro, no Porto, teve lugar a maior lagarada de Portugal.

Para todos os que sempre quiseram participar numa vindima, pisar as uvas até que estas se transformem em mosto e por alguma razão nunca o conseguiram fazer, tiveram uma oportunidade imperdível.

No centro do Porto foi montado um lagar, com 60 m2 e nele foram colocadas dez toneladas de uvas, para serem pisadas. A Vindima – Harvest Festival foi isto mesmo, uma grande festa, com muita música, que recuperou uma tradição milenar: a da festa da pisa das uvas.

Animação

Ao longo do dia, ocorreram vários momentos de animação. O primeiro foi logo às dez horas com a chegada das últimas uvas ao lagar. Chegaram num UMM, um veículo de produção nacional, acompanhadas do Embaixador, Manuel Serrão e de Hélder Reis que esteve aos comandos do primeiro directo para a RTP. A cantata da Associação Juvenil Etno-folclórica As Lavradeiras de Arcozelo, deu uma toque de música e as uvas foram descarregadas à mão, como manda a tradição.

Ao meio-dia o Espaço T interveio n´A Vindima – Harvest Festival, com a criação de três obras alusiva ao tema. Jorge Curval, Henrique do Vale e Franchini foram os artistas que intervieram  em telas de grande dimensão durante a realização do evento.

O Espaço T é uma instituição que visa a integração pela arte, com uma importante intervenção junto da cidade e que desde o primeiro momento aceitou o desafio. Durante o evento  os três conceituados artistas criaram obras alusivas ao evento, que ficaram na posse do Espaço T. Desta forma, A Vindima pretendeu dar o seu contributo no combate à exclusão. 

Num evento que se pretende ser ecologicamente responsável, promovendo a minimização do desperdício e o reaproveitamento, a Lipor foi um parceiro, que promoveu acções de formação, em que o reaproveitamento de materiais foi a sílaba tónica.

Durante o evento, o público teve à disposição uma “adega” onde foi possível provar alguns dos produtos nacionais de excelência, como pão, doces, queijos, enchido, pão-de-ló e, claro, vinho.

O ponto alto aconteceu às 21,00 horas, quando se abriram as portas do lagar ao público. A SIC esteve presente e acompanhou o momento em directo. A partir daí, o lagar transformou-se na pista de dança mais original do mundo. A Música esteve  a cargo dos DJ´s Sandrinha e Ruben da Silva, com as Lavradeiras de Arcozelo e o Grupo de Concertinas de Alfredo Melo a manterem “movida” até à uma da manhã.

A valorização da produção nacional

logo aep

No âmbito da iniciativa do Governo “Portugal Sou Eu”, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) apoiou A Vindima, um evento de valorização da oferta nacional, que promoveu, em simultâneo, uma das mais emblemáticas tradições culturais de Portugal.

Pretendeu-se, desta forma, lançar um acontecimento distintivo, de perfil fortemente mediático, focado em mensagens chave de valorização da oferta nacional que, num futuro próximo, possa também ser um evento potenciador do turismo, semelhante a outros que já se tornaram referências turísticas internacionais.

A Vindima – Harvest Festival é, no fundo, a transposição para o universo português de um formato de eventos, já testado internacionalmente, apoiado em elementos tradicionais e distintivos de determinadas cidades ou regiões, que são elevados ao patamar de marcas de diferenciação, com forte impacto positivo na opinião pública.

portugal sou eu

“Portugal Sou Eu” é uma iniciativa de marketing colectivo do governo português, que foi lançada em Dezembro de 2012 com o propósito de melhorar a competitividade das empresas portuguesas, promover o equilíbrio da balança comercial, combater o desemprego e contribuir para o crescimento económico do país. O programa é gerido por um órgão operacional, liderado pelo IAPMEI, do qual também fazem parte as associações  AEP, AIP e CAP

cistus

A “Quinta do Vale da Perdiz – Sociedade Agrícola, Lda.” é uma empresa familiar que aposta no binómio qualidade/preço com o objectivo de fazer chegar aos consumidores vinhos de qualidade a preços atractivos.

O sócio fundador – António Augusto Fernandes – dedicou a vida à vinha e aos vinhos tendo iniciado a produção de vinhos generosos e de mesa no ano de 1989. Constituída em Junho de 2000 com o objectivo de desenvolver a vertente dos vinhos de mesa apostando na melhoria dos métodos e técnicas de vinificação, a empresa vinifica na Quinta do Reboredo, em Torre de Moncorvo. Todos os vinhos da Quinta do Vale da Perdiz – comercializados sob a marca “Cistus” – são produzidos a partir de uvas do Douro Superior, sendo na sua maioria provenientes das vinhas da família Fernandes, detentora da sociedade, com uma área total aproximada de 50 hectares repartidos por seis quintas.

Apoios

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