O que dizem os Padrinhos


Katty Xiomara

Katty Xiomara

O Vinho intensifica o sabor do vestir, cor, intensidade, sensualidade, todos eles adjectivos que funcionam singularmente para descrever um bom vinho mas também uma obra de vestuário. Vinho e moda, caminham assim de mãos dadas.



Hélio Loureiro

Hélio Loureiro

Porto, cidade de dois vinhos ! 

Fresco e leve, único, chega-nos o Verde,  esse néctar que nasce entre Douro e Minho e que desde sempre teve nas mesas portuenses lugar de honra. 

Do Douro chega o vinho que a cidade batizou bem como os vinhos de mesa que cada vez estão melhores e que pelo mundo inteiro são festejados. 

Por isto tudo festejar no Porto a Vindima  é mais que manter a Festa mas antes estimar os costumes ancestrais que nos devemos orgulhar. 

Mo meio de uma nação perdida mas rica em tradições mante-las é pois uma obrigação moral a que todos somos chamados.

Eu estarei lá! até porque o vinho necessita sempre de uma boa culinária

 



pedro-salvadorPedro Salvador

Pedro Salvador

A minha vida é passada ao volante e, portanto, a maior parte do tempo, privo-me de beber um bom copo de vinho, do bom vinho português de que tanto gosto.

O vinho é algo que faz parte de nós, da nossa tradição, e o seu consumo, desde que praticado com responsabilidade, é uma espécie de homenagem a todos quantos trabalharam e trabalham neste produto que molda culturas, territórios e faz do Porto o que esta cidade é hoje.

Gosto de passear no Porto e ver o bulício das ruas, animadas pelo turismo, que busca a Torre dos Clérigos, o Palácio da Bolsa, a Livraria Lello, mas que sobretudo procura um local onde é bem recebido, onde come bem e bebe melhor. Dificilmente encontro outra cidade assim, nas viagens que faço, seja com os automóveis e as corridas como pano de fundo, seja por puro lazer.

Gosto também particularmente de me perder nessas estradas fantásticas que serpenteiam encosta abaixo e encosta acima, com as vinhas debruçadas em autênticas bancadas que saúdam os corajosos automobilistas que retiram prazer destas curvas perdidas no Douro Vinhateiro.

É nestes momentos que mais aprecio o vinho. Olho-o, tento entendê-lo, compreender o esforço dos tais que ali trabalharam e trabalham moldando a paisagem, o território e dele fazem um património único.

É também nestes momentos que o “tal” copo de vinho tem um sabor especial. O ante-gozo de o saborear e depois o despertar de sentidos, mergulhados num copo, onde o sangue das vinhas se sublima.

Bebo-o, aprecio-o e consumo-o com o respeito e moderação que merece, tal como as curvas perdidas nessas encostas, onde a condução é um prazer para ser vivido com a devida moderação e respeito pela estrada.

À saúde de todos…